quarta-feira, 12 de setembro de 2012



Sentado junto ao portão do colégio, o menino de cor aguardava sua mãe.
Enquanto isso, observava atento um vendedor de bolas na praça em frente que, buscando atrair compradores, de vez em quando, soltava uma bola ao ar livre.
Ora de cor vermelha, ora amarela e assim por diante.
Intrigado, o garoto atravessou a rua e perguntou ao vendedor:
- Moço, a bola de cor preta não sobe não?
Imediatamente, o vendedor tomou uma bola preta e soltou-a como as demais.
Em seguida, lhe disse:
- Meu caro jovem, o que faz a bola subir não é a cor, mas o que está dentro dela.
Por uma série de razões, muitos têm se justificado por não subir na vida. Nutrem complexos da cor, falta de escolaridade, de dinheiro, de oportunidade, de profissão, por ser ex-detento, mendigo, gordo, magro, feio, pobre, morador de comunidade, de rua etc.
No fundo, no fundo, tudo isso resume-se numa única palavra: dúvida.
A maldita dúvida impede qualquer um de avançar, independentemente de sua capacidade intelectual ou condição socioeconômica.
Quando se fala em fé, muitos associam isso à vida religiosa, vida de rezas, frequência à igreja e coisas desse tipo.
Ao contrário do que se imagina, a verdadeira fé em Deus nada tem a ver com religião. Ela é a força de Deus que opera no íntimo dos humildes de espírito (bolas) para fazê-los alcançar as maiores alturas.
Ela faz o débil acreditar em si mesmo e abrir a visão espiritual para a realização dos seus sonhos.
Não é à toa que está determinado:
“Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são…” I Coríntios 1.27-28
Com que objetivo o Senhor Deus tem feito isto?
Para mostrar a diferença de vida dos que creem nEle e daqueles que não creem.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

"Se eu errar, posso voltar atras?"

Quando erramos, o peso da culpa é muitas vezes o que nos impede de se levantar. As vozes acusadoras parecem que nunca vão se calar. De repente sentimos como se todos os olhos estivessem sobre nós, como holofotes. Vergonha. Raiva. Ódio dos outros e de nós mesmos. Sentimo-nos a pior das criaturas. As coisas nunca mais serão como eram antes, pensamos.

Mas temos que lembrar do seguinte: O significado da palavra Satanás é "acusador". O que faz o pintor? Pinta. O que faz o cantor? Canta. O que faz Satanás? Acusa. Esse é o seu trabalho, sua profissão, sua especialidade.

O pintor vê uma parede suja ou inacabada e logo quer pintá-la. O cantor ouve uma bela canção e logo quer cantá-la. Satanás vê um pecador errando e logo quer acusá-lo. Esse é o seu trabalho, sua profissão, sua especialidade. Por isso todo o bombardeio de pensamentos acusatórios e aquele peso imenso na consciência.

Porém, Deus nos chama do outro lado oferecendo o perdão. Parece bom demais para ser verdade, eu sei. Mas nós não precisamos entender; apenas aceitar.

Você que está aí se culpando, tem sido um boneco na mão do acusador, está com um peso enorme nas suas costas por causa dos seus erros, más decisões, e caminhos errados... PARE! Use sua inteligência. Há uma saída para você. Você pode dar meia-volta AGORA e voltar para os braços do Pai, lá para o início de tudo.

Faça uma oração agora aí onde você está, ou procure um lugar privado, e imediatamente peça perdão a Deus. Esvazie seu coração desse peso, confesse tudo, e aceite o perdão de Deus. Perdoe quem lhe feriu. Em seguida, volte para os braços d'Ele. Volte para o início de tudo, para onde você O encontrou, e retome a prática das primeiras obras.

O perdão e o levantar são trabalho de Deus, Sua missão, Sua especialidade!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"Quem tem sido o seu Pastor?"

Na Bíblia Sagrada existe uma lição formidável na relação entre o pastor e suas ovelhas.

É tão espiritual e profundo, que o Senhor Jesus chamou a Si mesmo de Bom Pastor e, a nós, de ovelhas do seu rebanho. A história abaixo é um exemplo disso.

Era uma vez um visitante que percorreu a Síria e encontrou três pastores de ovelhas que davam água a seus rebanhos junto a um poço.

As ovelhas estavam todas misturadas e um estranho poderia pensar que se tratava de um único rebanho. Daqui a pouco, um dos pastores se levantou e chamou: “Mene-Ah! Mene-Ah!”, que, em árabe, significa “vem comigo”.

Imediatamente, umas trinta ovelhas se separaram do grupo e seguiram o seu pastor morro acima. Também, o segundo pastor afastou-se um pouco e exclamou o seu “Mene-Ah!”, e seguiu com o seu rebanho. Admirado, o viajante perguntou ao pastor que ainda tinha ficado:

– Suas ovelhas me seguiriam se eu as chamasse?

– Por que você não experimenta? Indagou ele.

– E se eu usasse a sua capa e o seu cajado? Não acha que elas pensariam que eu sou você?

Sem nada dizer, o pastor ofereceu ao homem sua capa e seu cajado, e ficou observando com um sorriso nos lábios como o estranho chamava seu “Mene-Ah! Mene-Ah!”. As ovelhas não lhe deram qualquer atenção. O pastor, então, explicou:

– Elas não seguiriam a nenhum outro. Só a ovelha doente segue a um estranho.

Essa lição de vida é profunda e fala muito à nossa alma. Que relação de amor existe entre o pastor e suas ovelhas? Foi por isso que Jesus nos ensinou, dizendo:


“Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.” (João 10.1-5;14,15)


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Masturbação e Namoro cristão